A operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada em 3 de janeiro, levantou questionamentos sobre a real capacidade do país de proteger seu espaço aéreo, apesar de possuir sistemas de defesa considerados avançados e fornecidos pela Rússia.

De acordo com apurações, parte do aparato responsável pela defesa aérea venezuelana não estava em funcionamento no momento da ofensiva norte-americana, o que teria facilitado a ação. A operação resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, em Caracas, sem resistência significativa.

Segundo autoridades dos Estados Unidos, dezenas de aeronaves entraram e deixaram a capital venezuelana durante a ofensiva, sem registro de perdas relevantes de equipamentos ou de pessoal envolvido na missão.

Embora imagens divulgadas anteriormente pelas Forças Armadas da Venezuela mostrassem a presença de radares de alerta antecipado e sistemas de mísseis terra-ar de origem russa, o aparato não foi suficiente para impedir a incursão. Na prática, os equipamentos tiveram impacto mínimo diante da operação estrangeira.

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