
BRASÍLIA – “A prioridade na Câmara dos Deputados é o PL Antifacção e a PEC da Segurança”, declarou o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), no retorno do trabalho legislativo do Congresso Nacional.
Especialista em Segurança Pública, o parlamentar explicou que o PL Antifacção e a PEC da Segurança são instrumentos fundamentais no enfrentamento ao crime organizado, no endurecimento das penas e no fortalecimento do Estado contra a violência.
“Os brasileiros estão vivendo em um estado paralelo, e o PL Antifacção vai atuar justamente no sentido de combater as facções em nosso país”, afirmou.
CPMI do Banco Master
Nesta terça-feira, 03/02, com 280 assinaturas, a oposição protocolou um requerimento para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o Banco Master, para a apuração rigorosa de possíveis irregularidades envolvendo a instituição financeira.
O deputado enfatizou que essa história precisa ser “passada a limpo”, pois as investigações apontam envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal, e não é justo com o povo brasileiro que as mesmas pessoas que condenaram, por exemplo, Débora no caso do batom a 14 anos de prisão, agora passem a mão na cabeça dos banqueiros envolvidos no escândalo financeiro.
“Não é justo com o nosso país. Foi um prejuízo que atingiu milhares de pessoas. O Brasil espera que o Congresso passe a limpo com a CPMI do Banco Master. A Comissão vai separar narrativas políticas da verdade. 2026 é o ano de resgatar o país”, declarou.
Denúncia à PGR — Escola de Samba
Capitão Alberto Neto fez denúncia à Procuradoria-Geral da República (PGR) para barrar o repasse à escola de samba Acadêmicos de Niterói, pelo uso indevido de dinheiro público.
O parlamentar explicou que a Constituição Federal é clara, no artigo 37 — princípios da administração pública — que prevê, entre outros, o princípio da impessoalidade; não se pode utilizar recurso público, dinheiro do contribuinte, para fazer propaganda de gestor.
“Isso é inaceitável e também configura abuso de poder econômico. Acionamos a Procuradoria para barrar o repasse a essa escola específica — não para todo o carnaval, mas para essa escola. A escola tem de decidir: ou faz com recurso próprio, mesmo que seja para fazer propaganda do atual presidente, ou muda o tema. Não é aceitável utilizar dinheiro do pagador de impostos, dinheiro da população, para fazer propaganda do presidente”, ressaltou Capitão Alberto Neto.


