O rapper Oruam, cuja prisão preventiva foi decretada nesta semana, se tornou alvo de mais uma complicação para o Poder Judiciário. Ele se tornou réu no dia 26 de janeiro pelo crime de disparo de arma de fogo, em ação que tramita na 2ª Vara do Foro de Santa Isabel, em São Paulo.

De acordo com a denúncia, o disparo ocorreu durante uma festa, na presença de outras pessoas, em área residencial de Igaratá. O momento foi registrado em vídeo compartilhado pelo próprio artista em seu perfil no Instagram.

Na quarta-feira (4/2), a juíza responsável expediu carta precatória para que Oruam seja citado no Rio de Janeiro, etapa que abre prazo de 10 dias para apresentação de defesa.

O rapper é considerado foragido desde terça-feira (3/2), quando o Superior Tribunal de Justiça revogou seu habeas corpus concedido em 2025 em outro processo criminal. A medida ocorreu após descumprimentos reiterados do uso da tornozeleira eletrônica.

A defesa já informou que Oruam não pretende se entregar, o que dificulta o cumprimento da citação e pode atrasar a tramitação do processo e a definição do veredicto.

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