
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado após apresentar sintomas graves, como febre alta, calafrios, sudorese intensa e queda significativa na saturação de oxigênio, que chegou a 80% — nível considerado crítico, já que o normal é acima de 95%. No momento da admissão, a pressão arterial estava em 9 por 5.
Segundo a equipe médica, a rapidez no atendimento foi fundamental para evitar um agravamento imediato do quadro. Os profissionais apontaram que os sintomas indicavam o início de uma infecção com critérios de gravidade.
O cirurgião Cláudio Birolini alertou que a situação exige atenção, pois a pneumonia aspirativa — quando alimentos ou saliva entram nos pulmões — pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória e representar risco à vida.
Apesar da gravidade inicial, o boletim médico informa que o quadro do ex-presidente está estável dentro das limitações da UTI. O tratamento inclui antibióticos intravenosos para combater a infecção pulmonar, suporte clínico para a função respiratória e monitoramento constante dos sinais vitais.
Um novo boletim médico deve ser divulgado nas próximas 24 horas para atualizar a evolução do quadro clínico.


