
A alta no preço da gasolina em Manaus, que chegou a R$ 7,29 o litro, reacendeu críticas à venda da antiga Refinaria de Manaus (Reman). Marcus Ribeiro, presidente do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-AM), afirmou que o aumento reflete os efeitos do monopólio privado criado após a privatização da unidade em 2022.
Ribeiro destacou que o sindicato alertou sobre os riscos da venda da refinaria, prevista durante o governo de Jair Bolsonaro, e que a privatização abriu espaço para que os preços fossem pressionados, impactando motoristas, taxistas e famílias que dependem do combustível.
Segundo o líder sindical, a situação evidencia como a transferência de um patrimônio público para a iniciativa privada pode afetar diretamente o bolso da população, tornando o combustível mais caro para todos.


