O Ministério Público do Amazonas pediu que o delegado Marcelo Martins deixe de conceder entrevistas sobre o inquérito que apura a morte do menino Benício Xavier de Freitas, até a conclusão das investigações.

O pedido ocorre após a defesa da médica Juliana Brasil solicitar o afastamento do delegado, alegando divulgação de informações sigilosas e declarações sem perícia, como a contestação de um vídeo apresentado pela profissional.

A Polícia Civil do Amazonas, por outro lado, sustenta que a médica teria encomendado a adulteração do material para justificar erro na prescrição de adrenalina, apontada como causa das complicações que levaram à morte da criança.

O caso ocorreu em novembro de 2025, durante atendimento no Hospital Santa Júlia. A investigação indica falhas na dosagem e na via de aplicação da medicação. A médica e uma técnica de enfermagem foram afastadas, e mais de 20 pessoas já foram ouvidas.

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