Marcelo Ramos, ex-deputado federal do PT, passou por constrangimento na segunda-feira (6), após divulgar nas redes sociais uma pesquisa eleitoral em que aparece como o terceiro pré-candidato ao Senado mais rejeitado no Amazonas.

No post, o petista interpretou o levantamento como um sinal de que era o “terceiro mais querido” pelo eleitorado e chegou a celebrar o resultado. A comemoração, inclusive, incluiu uma referência à música de Gonzaguinha.

O problema foi que a leitura não correspondeu ao dado divulgado. Ao ser alertado sobre a falha, Marcelo apagou a publicação. Ainda assim, a repercussão já estava registrada: prints do conteúdo circularam e mantiveram o episódio em evidência.

Com a publicação já em circulação, o episódio ganhou espaço nas redes e passou a ser alvo de comentários e reações de usuários, que destacaram a diferença entre a expectativa do ex-deputado e o que de fato apontava a pesquisa.

Nos bastidores digitais, a situação foi tratada como mais um caso de interpretação equivocada de números em período pré-eleitoral, justamente quando a atenção do público se intensifica para qualquer sinal de preferência ou rejeição.

Até o momento, Marcelo Ramos não detalhou publicamente os motivos da confusão nem comentou a repercussão do episódio.

Segundo os números do Instituto de Pesquisa Iveritas, Ramos aparece como o terceiro mais rejeitado no cenário para o Senado no Amazonas. Ele perde apenas para Alberto Neto (PL/AM), que registra 27,7% de rejeição, e para Eduardo Braga (MDB), com 26,3%.

Ou seja: embora o ex-deputado tenha postado a pesquisa interpretando o resultado como um indicativo de “preferência”, os dados indicavam precisamente o contrário — um posicionamento entre os nomes com maior rejeição entre os eleitores.

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