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Detran-AM pagou aluguel de R$ 177 mil da nova sede sem usar prédio por 4 meses

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Manaus – Inaugurada na última segunda-feira, 07/05, a nova sede do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) tem causado dor de cabeças aos usuários e condutores de veículos que trafegam pela área.

Localizada na avenida Mário Ypiranga Monteiro, na mesma via do antigo prédio, no bairro Parque 10, zona Centro-Sul da capital, a sede tem deixando o trânsito congestionado de quem vem pela avenida Maneca Marques.

A situação piora para quem depende do transporte coletivo porque não existe pontos de ônibus próximo ao local. Uma opção é descer no ponto de ônibus na avenida Maneca Marques ir andando até a sede, ou descer após o viaduto Miguel Arraes, logo após a  Secretaria Municipal de Educação (Semed) e voltar o trajeto andando. 

Segundo o Governo do Estado, o prédio antigo estava correndo risco de desabar e após 39 anos funcionando no mesmo local, foi feita a mudança de local na gestão do atual governador Amazonino Mendes.

Outro fato que chama atenção é o valor do aluguel do prédio: R$177 mil por mês, que vem sendo pagado desde que o contrato foi firmado em 18 de dezembro de 2017. Ou seja, o governo do Estado pagou quatro meses de aluguel (janeiro a abril) sem utilizar o prédio. Confira o documento abaixo:

 

O contrato do imóvel, que pertence ao empresário Petrônio Augusto Pinheiro Filho, foi firmado com a empresa Guarany Imobiliária Ltda. a qual o empresário do Grupo Simões, também é sócio. Ele assinou o contrato junto com o diretor da Guarany, Victor Simões da Silva.

Um dado curioso é que o projeto básico do Detran-AM para a locação do imóvel e o ofício da Guarany Imobiliária respondendo a ofício do Detran, com proposta de aluguel e preço da locação, têm a mesma data: 7 de dezembro de 2017.

 

 

Um laudo da Defesa Civil do Estado do Amazonas de julho 2013, segundo a direção do Detran-AM, atestou problemas estruturais nas vigas de suporte dos prédios onde funcionam as gerências de veículos e habilitação, salas, tetos e paredes apresentavam infiltração e proliferação de fungos, tornando insalubre o ambiente de trabalho, além de problemas relacionados à fiação antiga.

Com informações do Amazonas Atual 

 

 

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