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Manaus, AM,

AMAZONAS

Empresa que realizou o concurso da Seduc AM responde por fraude

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Manaus|AM – Apesar do concurso da para Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc), ser para 8.175 vagas, os concurseiros tiveram poucos motivos para comemorar na realização das provas, ontem, 08/07, a entrada de candidatos fora do horário previsto no edital, violação de envelopes que continham as provas que deveriam ser entregues aos candidatos, milhares de amazonenses enfrentaram a distância dos locais das provas, além da frota reduzida do transporte público para alcançar a tão sonhada estabilidade financeira.

Muitos candidatos reclamaram que as provas estavam mal elaboradas, com erros de digitação e concordância, fiscais despreparados, logística mal planejada, algumas pessoas conseguiram fazer a prova com ajuda de aparelho celular, o que não é permitido em bancas organizadoras de concursos públicos sérias, em uma das denuncias uma pessoa fez um vídeo usando um celular dentro da sala. 

 

Publicado por Eduardo Valente Melo em Domingo, 8 de julho de 2018

 

Golpes quando acontecem, podem transformar concursos públicos em cabides de emprego
 
A maior parte das fraudes que acontecem em concursos estaduais. Governadores e deputados contratam uma empresa para organizar a prova e indicam os candidatos que eles querem ver aprovados.
 

Empresa suspeita de fraude na realização de concurso público

O Instituto Acesso de Ensino, Pesquisa, Avaliação, Seleção e Emprego (Instituto Acesso), contratado pela Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (Seduc) para realizar o certame, é acusado de possível fraude na realização do concurso público da Companhia de Desenvolvimento de Maricá (CODEMAR), realizado em 2017 pela prefeitura do município de Maricá localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A denúncia foi feita na época pelo jornalista Ricardo Boechat em seu programa diário na rádio BandNews FM, ao qual foi relatado que candidatos inscritos com apenas o primeiro nome, poderiam realizar a prova sem nenhum problema, possibilitando uma possível fraude pois qualquer pessoa com nome igual poderia realizar a prova no lugar do candidato originalmente inscrito no concurso.

Além desta irregularidade na aplicação do concurso, outra denúncia grave foi feita contra a empresa organizadora do certame. O vereador do município de Maricá , Filippe Poubel (DEM) denunciou no Ministério Público do Rio de Janeiro o dono do Instituo Acesso responsável pelo concurso, contratada pela prefeitura de Maricá.

O empresário Diogo Rodrigo Cruz de Azevedo, dono do Instituto Acesso, aparece inscrito e apto para concorrer a diversas vagas oferecidas pelo concurso. – “É um absurdo, uma verdadeira falta de respeito com a população. Como pode, o dono da empresa contratada pela prefeitura, responsável pela realização do concurso público, aparecer inscrito em diversas vagas e apto a fazer as respectivas provas? Eles brincam com o sonho das pessoas. O sonho de passar em um concurso público para garantir uma estabilidade financeira e ajudar no sustento de sua família! Isso é uma grande covardia!”, arma Poubel indignado com a situação. Leia matéria na íntegra publicada pelo portal LSM. 

** Suspeitas de fraude: Vereador Poubel (DEM) pede suspensão de concurso público em Maricá **O vereador Filippe Poubel…

Publicado por Agora Maricaos – Portal de Notícias em Quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Na época o  presidente do  Instituto Acesso, banca organizadora da seleção, Diogo Rodrigo Cruz de Azevedo constava na relação de inscritos para três cargos (advogado, arquiteto e analista de licitações). Confira no link a seguir:  https://goo.gl/3m5N9M

Foto: Reprodução internet

No mês de abril o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Educação de Qualidade (Seduc), contratou a empresa Instituto Acesso para realização de concurso público no valor de R$ 998.903,25. Segundo informações publicadas no Diário Oficial do Estado a parceria foi firmada por Luís Fonseca Filho, coordenador de contratos e convênios do Estado.

O Portal Expresso AM entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (Seduc) sobre as possíveis denúncias de fraude contra a empresa contratada no entanto até o presente momento não obteve reposta.

Fonte: Expresso AM

 

 

 

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