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Manaus, AM,

POLICIAL

Empresário assassinado dentro do próprio estabelecimento estava foragido da Polícia e já havia sido preso por tráfico

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Manaus – Na noite do último domingo (12), um homem identificado como Ranyere da Silva Pinheiro, de 39 anos, proprietário do estabelecimento “Boteco Jardim Resto Bar”, foi friamente assassinado por pistoleiros dentro do próprio empreendimento, localizado na praça Prosamim Mestre Chico 1, bairro Cachoeirinha, Zona Sul da capital.

Um grupo de pagode estava fazendo uma transmissão ao vivo em suas redes sociais no momento do homicídio. A esposa da vítima, identificada como Teline Bawuer Modesto, de 34 anos, também foi baleada durante o crime. Ela foi encaminha ao Hospital e até o momento não se sabe seu quadro de saúde.

De acordo com informações da polícia, dois homens até o momento não identificados chegaram próximos do casal e atiraram diversas vezes contra eles. Pelo menos 5 tiros atingiram o empresário Ranyere da Silva. Ainda conforme a polícia, o empresário tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e já foi preso em 2016.

 

Empresário tinha um passado “obscuro” 

Em março de 2020, o Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), estourou um laboratório de drogas do empresário assassinado, localizado no conjunto Hiléia, na Zona Centro-Oeste da capital. No local, os policiais apreenderam mais de R$ 200 mil em cocaína foram apreendidos.

No laboratório, os policiais civis apreenderam mais de 11 quilos de cocaína, pedras de maconha do tipo skunk, além de insumos utilizados para misturar entorpecentes, estufa, lâmpada de secagem e balança.

São mais de R$200 mil em prejuízo para a criminalidade. Ranieri é químico e misturava os entorpecentes, ato que fazia com que lucrasse três vezes esse valor. Isso é resultado das investigações da nossa equipe que já estava monitorando o suspeito. A abordagem foi precisa e ele não resistiu à prisão. Ele não quis falar a qual facção criminosa prestava serviço”, disse o delegado Paulo Mavignier, diretor do Denarc.

Em 2016, Raniery da Silva Pinheiro foi preso por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Segundo informações, os policiais chegaram até o infrator após dois meses de investigações em um flutuante de propriedade de Raniery, situado às margens do Rio Negro, em frente ao Porto da Ceasa, zona Sul da cidade.

Durante as diligências eles encontraram com o infrator um fuzil de guerra, calibre 762, 69 munições do mesmo calibre intactas e dois carregadores.

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