
A Fifa segue em negociação com federações nacionais para ampliar a premiação da Copa do Mundo de 2026, que contará com 48 seleções. O tema será analisado pelo Conselho da entidade nesta terça-feira (28), antes do 76º Congresso, em Vancouver.
Em dezembro, a organização já havia anunciado um aumento de 50% no valor total da premiação em relação ao Mundial anterior, chegando a 655 milhões de dólares (cerca de R$ 3,3 bilhões). Mesmo assim, a entidade trabalha com a possibilidade de novos reajustes.
Segundo a Fifa, a projeção de arrecadação no ciclo 2023–2026 ultrapassa 11 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 55 bilhões), o que permite ampliar tanto os prêmios esportivos quanto os repasses às 211 associações filiadas.
No modelo atual, o campeão deve receber cerca de 50 milhões de dólares (R$ 250 milhões), enquanto o vice fica com 33 milhões de dólares (R$ 165 milhões). As seleções eliminadas na fase de grupos têm previsão de 9 milhões de dólares (R$ 45 milhões), além de uma ajuda de custo de 1,5 milhão de dólares (R$ 7,5 milhões) para preparação.
A entidade afirma que o Mundial de 2026 deve representar um avanço no financiamento global do futebol, impulsionado pelo bom desempenho comercial, com 93% da receita já garantida até 2025.
A competição será disputada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, com jogos nos Estados Unidos, México e Canadá.


