A Igreja Universal do Reino de Deus divulgou uma nota de esclarecimento após a operação da Polícia Federal (PF) que investiga supostas fraudes envolvendo o Banco Digimais. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 670 milhões de investigados, entre eles o líder da igreja, Edir Macedo, proprietário do banco.

No comunicado, a instituição afirma que o bispo não integra a administração executiva e não participa da gestão operacional, financeira ou contábil do banco.

A Igreja também declarou confiança nas investigações e informou que sua equipe jurídica acompanha o caso para “garantir a rápida elucidação da verdade”.

“Em relação às investigações envolvendo o nome do Banco Digimais, informamos que o Bispo Edir Macedo não integra a administração executiva nem participa da gestão operacional, financeira ou contábil da instituição. A condução das atividades é de responsabilidade exclusiva dos executivos e profissionais legalmente habilitados para responder perante os órgãos reguladores. Reiteramos nossa plena confiança na lisura das apurações conduzidas pelas autoridades competentes. Os advogados acompanham o processo de perto para garantir a rápida elucidação da verdade”, diz a nota.

Artigo anteriorPesquisa Gerp mostra Lula com 47% de rejeição e Flávio Bolsonaro com 44%
Próximo artigoONG aciona STF para barrar deputada trans em cota de 30% para mulheres nas eleições de 2026