
Na última segunda-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contestou as críticas sobre o risco de uma possível “bomba fiscal” relacionada a medidas sociais anunciadas pelo governo. Durante sabatina ao SBT News, o petista defendeu sua política econômica e afirmou que tem experiência e responsabilidade na condução das contas públicas.
Questionado sobre os impactos de iniciativas como mudanças no Bolsa Família e programas de renegociação de dívidas, Lula negou que as ações possam provocar um desequilíbrio orçamentário nos próximos anos. O presidente também rebateu cobranças do mercado financeiro e afirmou que não precisa receber lições sobre responsabilidade fiscal.
“Eu não sei de onde [veio] essa ideia de que é uma bomba que vai estourar. Não é bomba que vai estourar, não é bomba!”, declarou Lula. Na sequência, ele citou os resultados de seus dois primeiros mandatos e afirmou ter registrado superávit primário em todos os anos daquele período.
O presidente também comparou a situação fiscal que, segundo ele, encontrou ao assumir o governo com a projeção para o fim do mandato atual. Lula mencionou um déficit de 2,8% e uma expectativa de superávit primário de 0,1%.



