
Brasil – O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), figura notória por suas posturas radicais e ataques às instituições democráticas, voltou a demonstrar sua perigosa inclinação fascista ao defender abertamente uma intervenção armada estrangeira no Brasil, com o objetivo explícito de sequestrar o presidente Lula (PT), emulando a recente captura de Nicolás Maduro pelos EUA. Essa conduta criminosa, que atenta diretamente contra a soberania nacional, provocou indignação generalizada e demandas por responsabilização, inclusive pedidos de prisão, mas o parlamentar respondeu com deboche, insultos e uma postura de vítima, revelando mais uma vez seu padrão de comportamento irresponsável e prejudicial à estabilidade política do país.
Em recente troca de mensagens nas redes sociais, o vereador Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho-neto da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), expôs uma declaração de Nikolas em entrevista, na qual o deputado manifesta apoio a uma incursão militar norte-americana para derrubar o governo eleito de Lula. Rousseff classificou a atitude como uma grave ameaça à democracia e exigiu consequências imediatas. “Nikolas Ferreira acaba de pedir uma intervenção militar dos EUA no Brasil, com objetivo de tomar o poder. Isso é extremamente grave: esse chupeta precisa ser cassado e preso urgentemente!”, afirmou o vereador.
Nikolas, fiel ao seu estilo provocador e desrespeitoso, menosprezou as acusações em postagem online, equiparando sua situação à do líder venezuelano e zombando dos que defendem a legalidade. “Maduro não deve ser preso por ser um ditador, mas eu devo ser preso por um meme. Vão se lascar, vão kkkkkkkkk”, escreveu ele, reduzindo uma incitação potencialmente criminosa a mera piada, o que só agrava a percepção de sua falta de seriedade com temas tão sensíveis.
A tensão explodiu a partir do último fim de semana, quando forças dos EUA executaram uma operação ilegal para raptar Maduro em Caracas. Nikolas aproveitou o momento para atacar o governo brasileiro, divulgando imagens manipuladas que retratam Lula sob custódia de agentes norte-americanos, o que ele tenta disfarçar como sátira, mas que configura clara apologia a atos de traição à pátria e violação da ordem constitucional.
Diante disso, o PSOL moveu representação na Procuradoria-Geral da República contra o deputado, alegando que suas ações incentivam interferência externa e minam a democracia. “É flagrante que Nikolas Ferreira tem insinuado apoio à eventual ingerência oriunda do poder de estado estadunidense contra a ordem institucional democrática”, consta no documento, que destaca o atentado à soberania e às instituições brasileiras.
O parlamentar também se envolveu em altercações virtuais com o influenciador digital Jones Manoel, que condenou a hipocrisia de Nikolas ao desejar invasão estrangeira enquanto se vitimiza por processos judiciais contra aliados. “Você está desejando que uma potência estrangeira invada o ‘teu país’ e sequestre o presidente eleito, mas fica de choro e mimimi porque o bandido do Bolsonaro foi preso com direito a julgamento e ampla defesa. É um verme completo, um imbecil”, rebateu o influenciador.
Nikolas contra-atacou com ofensas pessoais e risos, questionando a coragem alheia. “Tu não aguenta pilha de internet e quer fazer revolução? Ah, vá te lascar, tetudo kkkkkkkkkkk”, escreveu. Manoel, sem recuar, prometeu confronto direto para desmascarar o que chamou de covardia do deputado. “Pode deixar, que, em breve, a gente vai ver se você tem coragem de fazer gracinha na minha frente. Aí, todo mundo vai entender que você é um bandidinho frouxo e covarde.”
Esses episódios expõem um padrão alarmante no agir de Nikolas Ferreira: ele repetidamente comete atos que beiram ou ultrapassam limites legais, como incitar interferências externas e disseminar narrativas golpistas, para em seguida se esconder atrás de alegações de perseguição e liberdade de expressão. Tal conduta não só fragiliza a democracia brasileira, mas representa uma ameaça real à paz institucional, merecendo rigorosa apuração e punição para preservar a integridade do Estado de Direito.


