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Prefeito “ostentação” de Rio Preto da Eva paga de bom pai na internet, mas não paga pensão alimentícia, diz advogada

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Amazonas – O prefeito “ostentação” de Rio Preto da Eva, Anderson Souza (PP), postou nas redes sociais uma homenagem comovente de aniversário para o filho caçula Mauricio Brandão de Souza, mas foi desmascarado imediatamente por uma advogada.

O que todos sabem no município é que o político não efetua oficialmente o pagamento de pensão alimentícia ao menor, determinado pela Justiça da 7ª Vara de Família.

Após a postagem, uma advogada identificada como Marlucia desmascarou o político e disse que “pagar de bom pai para iludir eleitor não vale”. Veja:

Conforme documento, ficou determinado que Anderson efetuasse o pagamento dos alimentos ao filho Mauricio, fruto do relacionamento com Taynara Jacques Brandâo, com 30% sobre o salário dele de prefeito.

Sabe-se também que desde 2019, a prefeitura de Rio Preto da Eva foi intimada da decisão, para descontar em folha e repassar o pagamento para o menor, que ele abandonou desde que nasceu. Porém, a prefeitura não cumpre de jeito nenhum o acordo e o prefeito só deposita o valor inferior ao devido.

Mesmo com todas as provas, o prefeito ostentação prefere bancar o paizão nas redes sociais para seus eleitores ingênuos.

Veja o documento aqui: Processo

Invasão de terreno

Não é a primeira vez que o prefeito Anderson Souza se envolve em polêmica. Atualmente ele é casado com a empresária Soraya Almeida de Souza, sócia de Thalita Dias Moraes da Costa, acusadas de se invadir ilegalmente o badalado point “Vista Rio Café”, localizado em Manaus.

Após anos de imbróglio judicial, a reintegração de posse do terreno foi concedida em favor do empresário Rafael Barbosa de Andrade.

O terreno, que foi usado para a construção do espaço, teria sido supostamente invadido pelo empresário Mário Gonçalves por meio de fraude em cartório.

A esposa do prefeito de Rio Preto da Eva e outras mulheres de políticos eram sócias do esquema irregular.

O processo de reintegração de posse do terreno tramitava no Tribunal de Justiça do Amazonas desde 2016.

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