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Preso por agredir esposa, homem invoca “Lúcifer” na frente da PM

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Em abstinência de drogas, um homem de 34 anos foi preso depois de surtar, bater na esposa e ter várias ações de alucinação. Enquanto os policiais tentavam prendê-lo, o homem chegou a invocar “Lúcifer” por diversas vezes.

O caso aconteceu na madrugada desse domingo (13), no Centro de Lucas do Rio Verde (334 km de Cuiabá).

A Polícia Militar foi acionada para socorrer a esposa, mas teve dificuldade em encontrar a residência, visto que a agressão acontecia em um local com várias quitinetes. Os policiais só encontraram a vítima, de 37 anos, ao ouvir os gritos do suspeito, que a mandava calar a boca e dizia que ela ficaria trancada enquanto ele sentisse vontade.

Conforme o boletim de ocorrência, os militares arrombaram a porta e encontraram o suspeito muito exaltado e a vítima com lesões na boca, nos braços e nas mãos.

A esposa relatou aos policiais que o marido é usuário de drogas, estava desesperado em abstinência e, por isso, descontou nela, com tapas, socos e puxões de cabelos. Além disso, ela também disse ter sido trancada em casa, ele a ameaçava com uma faca.

Durante o atendimento da ocorrência, ela reclamava de dores na cabeça, por causa dos puxões de cabelo. E afirmou ser ameaçada de morte e sofrer pressão psicológica, sendo humilhada, e que não tinha nem o que comer, nem onde dormir.

O suspeito alegou também ser agredido pela mulher. Os policiais relataram no registro do boletim que ele estava muito exaltado e “o tempo todo invocando o ‘Lúcifer’, dizendo palavras de baixo calão para a GUPM e para sua esposa”, consta no boletim de ocorrência.

Quando os policiais comunicaram a prisão ao suspeito, ele se negou a acompanhar a equipe, sendo necessárias técnicas de imobilização para prendê-lo.

Já na delegacia, ele seguia muito exaltado, dizendo que tinha usado drogas e “estava muito alucinado”, chegando a bater a cabeça na parede e se se jogar no chão.

“Por último, ainda começou a chorar, alegando que iria ‘tirar a farda’, que sabia os nomes dos policiais, dizendo que a GUPM estaria morta no dia de amanhã, além de ser ‘processado morto’”, relataram os policiais no registro da ocorrência.

Ele ainda ameaçou a família de um dos soldados, dizendo para ele cuidar da esposa, e disse que o tenente da equipe seria processado porque prendeu “um cara poderoso” e perderia a vida porque ele era “um cara perigoso”.

Fonte: OLivre

 

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