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Áustria decide confinar toda população e torna vacina contra Covid-19 obrigatória

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MUNDO – Diante do aumento expressivo no número de casos de Covid, especialmente entre não vacinados, e de uma das mais baixas taxas de vacinação da Europa Ocidental, a Áustria decretou lockdown para toda a população, nesta sexta-feira (19). A Áustria é, portanto, o primeiro país do continente europeu a voltar com confinamento nacional. As informações são do jornal Metrópoles.

Diante do aumento expressivo no número de casos de Covid, especialmente entre não vacinados, e de uma das mais baixas taxas de vacinação da Europa Ocidental, a Áustria decretou lockdown para toda a população, nesta sexta-feira (19). A Áustria é, portanto, o primeiro país do continente europeu a voltar com confinamento nacional.

A restrição começa a valer a partir da próxima segunda-feira (22) e foi anunciada dias depois do governo austríaco ter imposto um confinamento aos não vacinados.

A partir de segunda, os austríacos não poderão deixar suas casas, exceto para trabalhar, fazer compras essenciais, como alimentos e remédios, e se exercitar. As escolas não fecham, mas os pais devem manter os filhos em casa, se puderem.

O chanceler da Áustria, Alexander Schallenberg, disse que o novo lockdown vai durar pelo menos 10 dias. Além disso, a vacinação será obrigatória a partir de 1º de fevereiro do próximo ano. Isso torna a Áustria o primeiro país europeu a introduzir tal medida.

Anteriormente, a Áustria havia introduzido um bloqueio aplicável apenas aos não vacinados. Mas a medida não foi suficiente para frear o aumento do número de casos de Covid. Nas últimas 24 horas, foram registradas 15 mil novas infecções. O país computou, na semana passada, 990,7 casos de Covid a cada grupo de 100 mil pessoas.

A Áustria, um país com 8,99 milhões de habitantes, está enfrentando atualmente uma quarta onda severa da pandemia. “Ninguém quer um lockdown. Um lockdown é um último recurso, um instrumento agressivo, é sempre uma imposição, mas é o instrumento mais confiável que temos para impedir essa quarta onda”, disse o ministro da Saúde, Wolfgang Mückstein.

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